Hina-matsuri 雛祭り

Dia das meninas ou Festival das bonecas

Eu particularmente tinha curiosidade em saber a disposição de cada boneca… bom
vamos la!

O Festival de Bonecas (em japonês: 雛祭り, Hina-matsuri?), ou “Dia das Meninas” é uma festa
típica japonesa, que ocorre no dia 3 de março – terceiro dia do terceiro mês. Plataformas com panos (em japonês:
緋毛氈, hi-mōsen?) vermelhos em
degraus são dispostas para expor as bonecas (em japonês:
雛人形, hina-ningyō?), que
representam o Imperador, a Imperatriz, serviçais, músicos com as vestimentas
tradicionais do período Heian.

A fileira superior apresenta duas bonecas que representam o Imperador (em japonês: お内裏さま, O-Dairi-sama?) e a
Imperatriz (em japonês:
お雛さま, O-Hina-sama?). (Dairi
significa Palácio Imperial, Hina
é menina ou princesa). As bonecas são usualmente
dispostas diante de uma tela dourada com dobradiças.

O segundo degrau traz três senhoras da Corte (em japonês: 三人官女, San-nin kanjo?). Entre elas
há um recipiente.

No terceiro degrau estão cinco músicos (em japonês: 五人囃し, Go-nin bayashi?). Cada segura
um instrumento musical, menos o cantor, que segura um leque.

Na quarta, quinta e fileiras mais baixas uma variedade de mobílias em miniatura,
ferramentas, carruagens, etc. são exibidas. Dois bonecos de ministros (em japonês:
ががく, Zuijin?), são
dispostos à direita e à esquerda, no quinto degrau.

Origens e Costumes

O costume de exibirem-se bonecas começou durante o período Edo. Antigamente as pessoas acreditavam que as bonecas possuíam o poder de atrair os
maus espíritos, e assim protegeria o dono.

O Hinamatsuri traz vestígios de um antigo costume japonês chamado (em japonês: 雛流し, Hina-nagashi?, lit. balsa da boneca) no qual bonecas
feitas de papel eram colocadas num rio, que dirige-se ao mar, levando junto consigo os males ou os maus espíritos.

Costumeiramente é bebido durante o festiva o amazake, uma versão de baixo teor alcoólico do sake feito de arroz fermentado. A comida tradicional é chamada arare,
coloridas bolachas que são comidas com molho.

As bonecas muitas vezes são presenteadas pela família da mãe da menina, quando esta vai realizar o seu primeiro Hinamatsuri.

O jogo completo pode ser adquirido numa loja de departamentos mas pode custar mais de 3 mil dólares. Assim, como um jogo
para Hinamatsuri pode ser transferido de uma geração para outra, é considerado um bem de família.

No dia 3 de março, a menina convida seus amiguinhos para um chá na frente das bonecas, ocasião em que ela oferece aos
convidados o hishimochi (um bolinho doce de arroz com formato de diamante), e o sakê sem álcool. Sendo a anfitriã, a menina poderá cantar uma música antiga
para entreter seus amigos. Apesar de ser composto por belíssimas peças, as bonecas do Hinamatsuri só ficam expostas durante no máximo duas semanas.
Depois, segundo a tradição, devem ser cuidadosamente empacotadas e guardadas, caso contrário, diz-se que as garotas da casa demorarão para se casar.

O Hinamatsuri tem origem na antiga prática do ritual da purificação, em que pessoas transferiam seus pecados para as bonecas
de papel e arremessavam-nas no rio, ao mesmo tempo em que participavam de um piquenique aproveitando a primavera. Foi no período Edo (1603 a 1867) que essas
bonecas passaram a ser modeladas com a aparência de membros da corte.
Curiosamente, o festival de bonecas alcançou seu auge de popularidade nesse período, numa época em que a posição social da mulher tinha alcançado o nível
mais baixo em relação ao homem. Hinamatsuri era a única ocasião em que uma menina se sentia importante: esse era o seu festival, ela convidava os meninos
e cantava para os visitantes.

Fontes Wikipedia e Cultura Japonesa

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Eu nao curto muito produtos congelados, mas essa cebola quebra um galho!!!!!!

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Supermercados na parte de produtos congelados tem outras marcas e claro outros preços!

CHURROS チョロス

Encontrei naquele supa de congelados!!!

Uma delicia, soh faltava ser recheado….. mas ta valendo! Deu para matar a vontade!

Valor aproximado 180yen 500gr

Urashima Taro 浦島太郎

Urashima Taro era um pescador japonês que um dia salvou uma tartaruga que estava sendo maltratada na praia por alguns rapazes. Tarō a salvou dos meninos e retornou-a ao mar.

No dia seguinte, uma tartaruga enorme se aproximou dele e lhe disse que a pequena tartaruga que ele salvara era na verdade a filha do Imperador do Mar, que gostaria de vê-lo e agradecer-lhe. Ela permitiu que ele subisse em suas costas e, através de magia, fez surgir brânquias em Taro para que ele pudesse respirar debaixo d’água. Assim pôde levá-lo a uma viagem para conhecer o fundo do mar e o palácio do rei-dragão, Ryūgū-jō (em japonês: 竜宮城 ou 龍宮城, Ryūgū-jō?). Lá o pescador se encontrou com o imperador e com a sua filha, a pequena tartaruga, que agora estava transformada em uma bonita princesa.

Taro ficou no palácio como hóspede de honra e muitas festas foram feitas em sua homenagem. Assim foram se passando os dias. Embora feliz nas águas marinhas, Urashima começou a sentir saudades de sua terra natal e de seus parentes, e pediu para voltar. Ao partir, recebeu da princesa uma arca de presente, com a promessa de que só a abrisse quando ficasse bem velho e de cabelos brancos.

Ao chegar em sua cidade não a reconheceu, pois estava tudo muito mudado. Ele não conseguiu reconhecer nenhuma das pessoas da vila, os lugares já não eram mais os mesmos.

Começou a perguntar se ninguém conhecia um pescador chamado Urashima Tarō. Algumas pessoas disseram que tinham ouvido falar de alguém com esse nome, que havia desaparecido no mar muitos anos atrás. Taro acabou descobrindo que haviam se passado trezentos anos desde o dia em que havia decidido ir ao fundo do mar.

Tomado de grande tristeza, foi para a beira do mar na esperança de reencontrar a tartaruga, mas desesperou-se porque esta demorava e acabou abrindo a caixa que a princesa lhe havia oferecido. De dentro dela saiu uma nuvem de fumaça branca, que o envolveu. De repente, seu corpo tornou-se velho e enrugado, nasceu-lhe uma longa barba branca e suas costas curvaram-se com o peso de tantos anos. E do mar veio a voz doce e triste da princesa: “Eu lhe disse para não abrir a caixa. Nela estavam todos os seus anos …” A caixa continha a “eterna juventude” de Urashima Taro e o pescador, sem reconhecer seu valor, deixou-a ir-se para sempre…

 

 

Gordura Vegetal e Animal ラード

ラード

Quem disse que nao tem gordura ou banha por aqui?

Sabe aquele gostinho do チャーハン ou do ラメン ele pode ser feito com gordura natural de animal, tipo galinha, porco, extraida da propria carne, ou pode ser feita com essa gordura industrializada.

A gordura vegetal eh usada para bolos e tortas…

No supermercado a animal fica proximo as carnes e a vegetal geralmente encontro proximo a farinha e fermento!

Valor aproximado 198yen

Tanabata 七夕

Uma lenda japonesa conta a origem do festival Tanabata:

Há muito tempo, de acordo com uma antiga lenda, morava próximo da Via-Láctea uma linda princesa chamada Orihime (織姫) a “Princesa Tecelã”.

Certo dia Tentei (天帝) o “Senhor Celestial”, pai da moça, apresentou-lhe um jovem e belo rapaz, Kengyu (牽牛) o “Pastor do Gado” (também nomeado Hikoboshi), acreditando que este fosse o par ideal para ela.

Os dois se apaixonaram fulminantemente. A partir de então, a vida de ambos girava apenas em torno do belo romance, deixando de lado suas tarefas e obrigações diárias.

Indignado com a falta de responsabilidade do jovem casal, o pai de Orihime decidiu separar os dois, obrigando-os a morar em lados opostos da Via-Láctea.

A separação trouxe muito sofrimento e tristeza para Orihime. Sentindo o pesar de sua filha, seu pai resolveu permitir que o jovem casal se encontrasse, porém somente uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar, desde que cumprissem sua ordem de atender todos os pedidos vindos da Terra nesta data.

Na mitologia japonesa, este casal é representada por estrelas situadas em lados opostos da galáxia, que realmente só são vistas juntas uma vez por ano: Vega (Orihime) e Altair (Kengyu).

Há uma canção tradicional de Tanabata que é ensinada praticamente a todas as crianças japonesas:

   Sasa no ha sara-sara     (笹の葉 さらさら)
   Nokiba ni yureru         (軒端にゆれる  )
   Ohoshi-sama kira-kira    (お星様 キラキラ)
   Kin Gin sunago           (金銀砂ご    )

Tradução aproximada:

   As folhas do bambu, murmuram, murmuram,
   balançam as pontas.
   As estrelas brilham, brilham,
   grãos de areia de ouro e prata.

Fonte: Wikipedia

Kintarō 金太郎,

Kintarō (金太郎, Kintarō?), cuja tradução habitual é menino de ouro”, é um herói do folclore japonês.

 Menino de força hercúlea, foi criado por uma ogra nas alturas do monte Ashigara. Faz-se amigo dos animais da montanha e, mais tarde, após ter
capturado a Shutendōji, terror da região, converte-se em discípulo do samurái Minamoto não Yorimitsu baixo o nome de Sakata não Kintoki (坂田公時, Sakata não Kintoki?).

É um personagem popular nos géneros do e do kabuki.
Exibem-se bonecos Kintarō no dia da festa dos meninos varões, a Tango não
Sekku
(端午の節句), para que os meninos possam ser algum dia
tão fortes e valentes como Kintarō.

Diz-se que a personagem de Kintarō está baseado na vida de um homem chamado
Sakata não Kintoki, do período Heian, natural da que hoje em dia é a cidade de Minami-Ashigara.

Serviu de criado para o samurái Minamoto não Yorimitsu e se fez famoso por seus dotes de
guerreiro. No entanto sua lenda tem mudado e aumentado com o tempo.

Há várias lendas diferentes no que se refere à infância de Kintarō. Em uma
delas o criança sua mãe, a princesa Yaegiri, filha de um homem rico chamado
Shiman-chōja, no povo de Jizodo, cerca do monte Kintoki. Em outra lenda sua mãe
dá-lhe a luz na que hoje em dia é a localidade de Sakata, mas deve fugir por
causa de conflitos entre seu marido (um samurái chamado Sakata) e o tio deste.
Instala-se então nos bosques do monte Kintoki para criar a seu filho. Conta-se
também que a verdadeira mãe de Kintarō o abandonou, ou que morreu o deixando
órfão, e que quem o criou foi a bruxa Yama-uba.

 Outra versão da lenda conta que a mãe de Kintarō o criou no bosque, mas que se voltou tão pálida que lha chamou Yama-uba. Em
outra versão mais fantasiosa, Yama-uba é a mãe de Kintarō, e concebeu-o mediante um raio enviado pelo dragão vermelho do monte Ashigara.

Todas as lendas coincidem no facto de que Kintarō foi activo e infatigable,
rechoncho, de boa saúde e vestido unicamente com um babero sobre o que estava
escrito o ideograma chinês “ouro” (金 kin). Sua única outra posse é um machado (símbolo chinês do trovão). É autoritario com os outros
meninos, mas como na maior parte de versões da lenda simplesmente não há outros
meninos no bosque seus principais amigos são os animais dos montes Kintoki e
Ashigara. Dispõe de uma força descomunal, capaz de reduzir as rochas em
migalhas, arrancar as árvores da terra e manipular seus ramos como simples
bastoncitos. Seus amigos animais servem de mensageiros e de meios de transporte.
Certas lendas dizem que aprendeu a lhes falar. Outras contam as aventuras que teve com demónios e monstros, seus combates de sumo com ursos ou a ajuda que
contribuía aos lenhadores.

Uma vez adulto muda seu nome pelo nome de Sakata não Kintoki. Conhece ao
samurái Minamoto não Yormitsu quando este passa pelo monte Kintoki. Yorimitsu,
impressionado por sua força, toma-o então como criado, em sua residência de
Kioto . Kintarō aprende ali as artes marciales e converte-se mais tarde em chefe
dos Shi Tenno de Yorimitsu, ganhando fama por sua força e seu conhecimento das
artes marciales. Volta a procurar a sua mãe (nas lendas nas que está ainda viva)
e a leva a viver a Kioto.

Kintarō no
Japão moderno

Kintarō é uma figura muito popular no Japão, sua imagem está presente a quase
todas partes, desde estátuas até livros de
contos
, anime, manga e figuras
articuladas. Os caramelos Kintaro existem desde o período Edo: seu rosto aparece na secção circular
de qualquer ponto onde se corte a este caramelo cilíndrico.

Existe um santuário dedicado a Kintarō
aos pés do monte Kintoki, na região de Hakone , cerca de Tokio . Cerca de ali
encontra-se uma grande rocha que, segundo se diz, Kintarō mesmo partiu ao meio.

Fonte: Enciclopedia Encydia

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